Desafio de Leitura 2017 · Resenhas

Resenha: Doctor Who — Mortalha da Lamentação — Tommy Donbavand

Mortalha_da_LamentaçãoO livro conta mais uma aventura do 11º Doutor (na série de televisão interpretado por Matt Smith) e sua companion Clara Oswald (interpretada por Jenna-Louise Coleman, e também minha companinon favorita <3).

Tudo começa quando o Doutor está ajudando seus amigos em sítio arqueológico em outro planeta, para isso ele drena todo o mar para dentro da Tardis, entediada com tudo isso, Clara fica dentro da nave e acaba apertando um botão fazendo com que todo o mar (que parece espuma de banho sabor abacate) seja jogado de volta no planeta, com isso eles precisam fugir, mas a Tardis começa a chorar e acaba travando em certa época na Terra.

Em paralelo a história deles, pessoas em nosso planeta começam a ver rostos de entes queridos já falecidos em manchas de café, borrões, névoa e etc; esses rostos culpam as pessoas por terem morrido.

Quando aterrissam, os dois se encontram em um hospital, onde todos estão cabisbaixos e rabugentos, após conversar com alguns pacientes eles descobrem que a Terra está em luto, pois estão no dia após o assassinato do presidente norte-americano John F. Kennedy.

Ao examinarem mais o hospital, o Doutor começa a atender uma jornalista que estava cobrindo a matéria sobre o assassinato, ela se queimou com café quente, e a mancha em seu braço se parece com sua avó falecida a culpando por não tê-la visitado antes de morrer, o Doutor usa sua chave de fenda sônica e descobre que na realidade essa mancha se chama Mortalha e está consumindo toda a dor e tristeza dos seres humanos em massa para assim acabar com a humanidade.

Com a Tardis presa no tempo e também no espaço por causa de um buraco de minhoca ao redor do planeta, o Doutor terá que acabar com as Mortalhas dirigindo uma ambulância e sendo ajudado por Clara, a jornalista Mae e um agente do FBI chamado Warren, além de precisar ir a outro planeta pedir ajuda para Palhaços??!!!

 

“— Nunca tenha uma equipe B — disse o Doutor, muito sério. — É como um Plano B, sempre a pior alternativa. Enquanto o Plano C e, por extensão, a Equipe C, normalmente é o resultado de ideias novas.”

 

Sinceramente gostei muito do livro, pois tem tudo o que um episódio de Doctor Who tem: ação, aventura, tristeza, tensão, comédia, suspense.

Tommy Donbavand conseguiu descrever muito bem como o 11º Doutor se comporta, desde falas, movimentos e maneiras de pensar, Clara também não ficou para trás, principalmente quando precisou se virar sem o Doutor.

O final foi bem legal, principalmente como o Doutor conseguiu resolver o problema e salvar a Terra.

A parte que mais me tocou foi chegando no final quando a Mortalha atacou o Doutor, e sim, vou soltar um spoiler, mas vou colocar as letras em cores brancas, então quem não quiser saber não vai ser prejudicado

 

****SPOILER****

A parte onde o Doutor é atacado pela Mortalha com toda a força, as lembranças mais tristes que ele teve foram as despedidas dos seus antigos amigos, principalmente companions, que nunca tem um fim muito legal. Quase chorei quando a cena em que a Amy é mandada para o passado por um Anjo Lamentador.

****FIM DO SPOILER****

 

E aí pessoas, tudo bem?

Espero que tenham gostado da resenha, queria aproveitar e pedir desculpas por ter sumido durante meses e deixado a Raissa tomando conta do blog sozinha, mas tenho um bom motivo: Comecei a trabalhar  😀 . O horário é meio complicado (das 15:40 às 00:00), fazendo com que eu tenha começado a ler menos ultimamente, mas por outro lado, agora posso comprar mais coisas como esse livro que acabei de resenhar.

 

Essa resenha faz parte do Desafio Brain de Leitura 2017; é o tema 11 — tem uma viagem (no tempo XD)

 

 

Mortalha_da_Lamentação

Autor: Tommy Donbavand

Título Original: Shroud of Sorrow

Editora: Suma de Letras

Gênero: Ficção

Páginas: 173

Ano: 2013

Parceiros · Resenhas

Resenha: Lavínia e a árvore dos tempos – Lucinei Campos

Olá, como vão vocês? Hoje trago para vocês uma resenha de um dos livros do nosso querido parceiro Lucinei Campos, Lavínia e árvore dos tempos.

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O livro começa narrando a vida de dois personagens em paralelo:
Lavínia, uma menina com 9 (quase 10) anos, tem uma vida “normal”, acorda cedo, vai para escola, volta para casa e ajuda com os afazeres domésticos até seus pais chegarem do trabalho, mas algo nessa vida que a incomoda: a falta de amigos (só tem um amigo mais novo que vai na casa dela todos os dias) e por ser uma menina que não se encaixa em nenhum grupinho, acaba sofrendo bullying de todos seus colegas de classe.
O outro personagem é Laus, uma fada macho que cometeu crimes hediondos junto com seu irmão contra a humanidade e o mundo mágico, passando assim a odiar os humanos, sabendo disso, O Conselho capturou ambos, o irmão de Laus foi mandado para a prisão do Tártaro e ele recebeu a pior pena de sua vida, cuidar de uma menina humana por um ano corrente seguindo o calendário dos humanos, para isso ele precisa se disfarçar, virando assim Lorivaldo, um homem baixinho de cabeça chata que faz mágica com uma peixeira.
Em meio a brigas, discussões, descobertas e muuuuita magia, Lavínia e Lorivaldo descobrem que eles não estão juntos por acaso.

EU TENHO UMA FADA E NÃO TENHO MEDO DE USÁ-LA

Gostei muito do livro por causa de dois temas que ele aborda, a primeira parte contando sobre como a Lavínia sofre bullying na escola, o autor conseguiu descrever a triste realidade de alguém que sofre disso, todo drama que Lavínia sofre durante o livro é o mesmo que vários alunos sofrem nas escolas.
O outro tema que eu fiquei encantado foi o Mundo Mágico, amo fantasias e aventuras, Lucinei conseguiu reproduzir detalhadamente um mundo que várias pessoas gostariam de viver, a inspeção de seres mágicos brasileiros deixou o livro ainda mais interessante de se ler, provando que no Brasil existem mais seres mágicos do que imaginávamos.
A narrativa é bem detalhada e ágil, fazendo com que possamos acompanhar as aventuras da dupla em cada capítulo sem se dar conta de quantas páginas já foram lidas, isso é ótimo provando que o conteúdo é maravilhoso a ponto de que podemos ver a dupla encrenqueira brigando na nossa frente.
Com um desfecho intrigante e vários mistérios a serem resolvidos, Lavínia e a Árvore dos Tempos é um ótimo livro para se ler em voz alta para uma criança.

Você pode adquirir o livro aqui.

 

Textos autorais

Os gritos que ignoramos

“Antes de começar essa crônica esclareço que, sendo homem infelizmente nunca vou saber o que realmente é ser mulher e os sentimentos bons que elas trazem consigo (também acho que nenhum homem conseguira descrever esses sentimentos por completo), conheço várias histórias felizes de mulheres que se deram bem na vida, mas também conheço histórias de violência doméstica, entre outras violências mais fortes. E é esse tema que vou trazer na pequena narrativa da vida de uma mulher sofrida que dei o nome de Luíza, dizem que o único jeito de mudar o pensamento de alguém é impactando-o, espero que minha crônica impacte ao menos uma pessoa, para que ela tenha consciência do valor da mulher e de como podemos mudar essa realidade nos dias atuais.”


Dona Luíza, mulher de cinquenta e poucos, sempre morou em casas simples, teve infância sofrida, levava surras dos pais e dos irmãos enquanto a mãe simplesmente ficava calada, conseguiu estudar até a quarta série, depois disso seu pai falou que não precisava mais estudar, conseguiu para ela um trabalho como empregada doméstica, foi humilhada e subjugada por patrões e patroas, comeu o que o diabo amassou nas mãos da elite da cidade.

Quando adulta, começou a namorar Afonso, homem sério, maduro, alguns anos mais velho, mas era trabalhador. Casou-se, quando enfim pensou ter se livrado do fantasma da violência, ele voltou ainda mais forte.

Afonso bebia. Nunca deixou faltar comida em casa, mas também nunca deixou que Luíza ficasse com algum roxo pelo corpo, sua forma favorita de bater quando estava bêbado era com um pedaço de ripa que ficava guardada nos fundos da casa, Luíza tentava se livrar do pedaço de pau, mas o marido a advertia que se algo acontecesse com a sua “madeirinha”, seria muito pior.

Das vezes que Luíza não aguentava tanto sofrimento, ia se deitar, rezava aos céus para que o tormento acabasse, era devota de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, e suplicava à Mãe de Deus que sua vida melhorasse.

Momentos felizes eram poucos, na maior parte das vezes era quando Afonso voltava são para casa, trazendo uma boa mistura para janta e alguns mimos para ela, e assim os dois se amavam, mas quando o vil chegava em casa mais agressivo que o normal, não se contentava em só usar a “madeirinha” ele partia para cima dela usando o “pau grosso” (um apelido asqueroso que ele usava para seu sexo, isso fazia com que Luíza sentisse repulsa dele). E assim sem consentimento a possuía.

Sua fé não se abalava com isso, mesmo com violência atrás de violência ela continuava firme, até que veio um filho após o outro como escadinha, foi um momento de paz, Afonso não a tocava pois sabia que se daria muito mal, caso algo acontecesse com ela e seus filhos. Luíza somente rezava aos céus para que os filhos nunca fossem iguais ao pai, ou nunca sofressem igual a ela.

Após anos de dor, seus filhos cresceram, todos doces e bondosos, graças a Deus, suas almas puras e inocentes não foram manchadas pela maldade do pai, e então como bênção dos céus, Afonso caiu doente, o médico lhe deu um ultimato: “Ou o senhor encomenda o caixão e continua bebendo, ou viva sua vida sem uma gota de álcool”, Afonso não era bobo nem nada, largou a “branquela” para poder viver melhor consigo mesmo.

Os anos subsequentes foram melhores, Dona Luíza agora tinha algumas faxinas e conseguia um dinheirinho, Afonso não era mais agressivo, enfim a paz, mas ainda assim algo a incomodava.

Na primeira vez que viu o mar pela televisão ficou hipnotizada, nunca o tinha visto, e fez como meta de sua vida ir visitá-lo. Acompanhava novelas, não para saber sobre personagens ou ter algo para conversar com a vizinha, mas sim para ver pessoas sorrindo, uma praia de areia branca e a vastidão do azul infinito.

Economizou por muitos anos sem que o marido soubesse, conseguiu um bom dinheiro para passar pelo menos uma semana em uma cidade litorânea, ela se atualizava constantemente com algumas amigas por um grupo no Whatsapp (não é porque era uma mulher simples que não poderia utilizar a tecnologia ao seu favor). Tudo já estava pronto, dali uma semana poderia enfim tirar um tempo exclusivamente seu após uma vida inteira de sofrimentos.

Ela tinha um mantra que passou a usar alguns dias antes de sua viagem: “Só mais X dias, só mais X dias”, e esse mantra usou durante a semana inteira, principalmente no domingo, o dia que mais odiava.

No domingo, um dia antes de sua viagem, a rotina foi a mesma, além de trabalhar durante a semana inteira, no final de semana precisava fazer a faxina geral na própria casa, e era nesse dia que os filhos sumiam e o marido ficava no computador vendo sites de vendas de imóveis (ao qual nunca iria comprar nenhuma das casas anunciadas). Na hora do almoço ela ficava sozinha na cozinha, preparando macarrão. Frango cozido e várias outras coisas deliciosas, e quando tudo estava pronto magicamente todos apareciam sabe-se lá de onde.

Já cansada da rotina, Dona Luíza sentou-se na sua poltrona preferida, onde podia ler um pouco de revista, ou simplesmente ficar pensando sobre a vida que tinha, aos poucos ela começou a ter um pouco de dificuldade de respirar.

“É só o tempo abafado”, convenceu a si mesma.

Seu estômago começou a doer enquanto seu braço formigava.

“Maldito molho de macarrão, atacou meu estômago, e arrastar os móveis deixou meu braço formigando agora que me corpo esfriou”.

A dor começou a ficar cada vez mais aguda, dona Luíza decidiu então se levantar para tomar um um remédio para diminuir a dor, mas ao se levantar sua visão turvou-se, ela cai sobre o tapete da sala, fechando seus olhos para a eternidade. Ataque fulminante.

Morre assim dona Luíza, que também pode ser chamada de Cristina, Fernanda, Maria, Josefa, Ana. Rita, Fátima e tantos outros nomes, mulheres que passam despercebidas por nós pelas ruas, mulheres que são invisíveis e sofrem caladas, mulheres que não tem o devido valor em casa, mulheres que podem estar ao seu lado enquanto lê esse texto e que não querem um simples parabéns numa data pré-programada pelo comércio e mídia. Na realidade o que essas mulheres querem são os seus direitos respeitados e serem congratuladas (de preferência todos os dias) pelo incrível trabalho que fazem pela sociedade e pela própria família.

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Parceiros

Nova Parceria— Autor: Saulo Moreira

Mais uma das parceria firmadas em Fevereiro, dessa vez trago um pouco do autor Saulo Moreira.

Saulo Moreira é um típico mineiro do interior, criado livre pelos terreiros dos parentes e ruas do bairro, demorou a pegar gosto pela leitura, embora desde cedo sua mãe incentivasse este hábito comprando livros e revistas infantis. Saltar pelos braços do sofá ou usar o encosto como “ponte do rio que cai” era mais chamativo que os livrsauloos.

Criativo e inventivo, desde criança vivia suas histórias de cavaleiros, detetive e super-herói apenas na imaginação. A paciência para sentare ler só viria na adolescência. Graças a um trabalho de escola foi “obrigado” a ler um romance policial da Agatha Christie e tudo então mudou. Percebeu que livros podem ser misteriosos e emocionantes como os filmes, só precisa de um pouco de tempo sentado e logo estaremos vivendo aventuras intermináveis.

Polivalente, se formou em Direito e se pós graduou em Direito Administrativo, dividindo o tempo entre concursos, TCC’s, séries, filmes, jogos, academia e escrever poemas, contos, crônicas e finalmente seu primeiro livro.

Possui centenas de horas dedicadas a jogos eletrônicos, principalmente RPG, ao contrário da maioria, conheceu o RPG primeiro nos vídeos games e depois em livros.

Prefere um enredo cativante a ação ou violência gratuita, admira Martin Scorsese, Christopher Nolan, Anne Rice, Tolkien, Dan Brown, George RR Martin e atualmente não se cansa de ler Bernard Cornwell.


Não economizo palavras ao dizer que Saulo tem um Grande Potencial literário, faz pouco tempo que o sigo no Facebook, mas posso ver pelas suas postagens e pela leitura de seu livro O Grupo (que logo mais terá resenha) que ele é um dos melhores autores que descrevem cenas de um detalhamento incrível.

Se você quiser conhecer mais um pouco sobre o autor, pode encontrá-lo aqui:

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Se quiser conhecer as obras de Saulo é só clicar em cima das capas de seus livros:

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Parceiros

Nova Parceira— Autora: Bárbara Herdy

Esse dois primeiros meses passaram voando, em fevereiro foi uma correria atrás da outra, e numa dessas conseguimos parceria com a querida autora Bárbara Herdy 😀

Vamos falar um pouco sobre a autora.

 

Bárbara Herdy nasceu em Julho de 1990 no Rio de Janeiro em algumbarbara lugar em Botafogo. É brasileira com alma de britânica. Escritora, cronista, colunista no @GarotaGeeks, resenhista e poliglota. É uma caçadora de relíquias,1840s Kid, gamer, hipster, Super Procrastinadora, meio Del Toro, meio Tarantino e completamente Jedi. Conhecida como Ms Holmes e Companion do alien que viaja em uma cabine azul pelo tempo e espaço. Rainha dos Doritos, Detetive das causas perdidas, Assassina de Zumbis, Sonserina, Distrito 13, Sobrinha de Hades e Ares. Seu patrono é o bicho preguiça e sem motivo aparente segue 13 anões e um velho cinzento até uma tal de Erebor para matar um dragão, pois isso parece ser a coisa certa a fazer. É uma amante de música, cinema, séries e livros. É preguiçosa por natureza e sobrevive à base de café e Doritos. Sonha com o seu flat em Londres e com a sua própria marca de café e Jane Austen me entenderia, mates.

Você pode encontrar a Bárbara nas redes sociais:

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Em breve teremos resenhas de suas obras 😀

TAG

TAG #1- Aniversário Literário

E temos festa no blog!!!

😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀

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Fiz 22 anos de idade no dia 25, e decidi fazer uma Tag de Aniversário que vi lá no blog Lendo com Daniel, dei umas modificadas só no número 3 que não existia e acrescentei lá (rsrsrsrs)

1) Comece contando na primeira prateleira da sua estante e encontre o livro que está na data do seu aniversário:
O livro número 25 da minha estante (no momento) é Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban. Comecei a gostar de leitura por causa desse livro, minha irmã lia ele toda noite em voz alta para meu irmão mais novo e eu; ela ficou impressionada quando descobri antes dela que o Lupin era o lobisomem.

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2) Continue contando de onde você parou e encontre o livro do mês do seu aniversário:

Fevereiro- Harry Potter e a Ordem da Fênix.

Esse foi o primeiro da saga Harry Potter que li, demorei meses para terminar.

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3) Continue contando e encontre os livros que estão posicionados no seu ano de nascimento:

1- Na rota do Perigo

9- P4- O Crepúsculo dos deses

9- Os Sofrimentos do Jovem Werther

5- O Cônsul Honorário

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4) Qual personagem de um livro você escolheria para comemorar o seu aniversário? 

Lógico que no meu aniversário eu iria querer tomar um chá com o Chapeleiro Maluco, além de comida boa teria conversas muito loucas.

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5) Em qual lugar você gostaria de comemorar seu aniversário?

Olha….Terra do Nunca seria um boa pedida, mas como já me tornei adulto vou para o País das Maravilhas

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6) Qual foi o último livro que você ganhou de aniversário?

O box da Agatha foi presente da minha mãe; O Orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares foi presente de uma amiga muito querida (quase uma mãe); Alice’s Adventures in Wonderland foi a Raíssa que me deu ❤ ❤
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7) Procure em um livro uma época em que você gostaria de ter nascido:

Bilionários por Acaso, um dos livros mais contemporâneos que tenho, não trocaria minha vida atual por uma em outra época, pois não faria sentindo eu ter lutado tanto para chegar aqui e me desfazer de tudo.

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8) Volte na sua estante e procure o livro que está na posição da sua idade: 

O Mundo de Sofia. Um ótimo livro para amentes de Filosofia, amo esse livro.

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9) Você pode escolher um autor para te visitar no seu aniversário. Qual seria? 

Com certeza todos meus amigos e parceiros Escritores Nacionais, motivos?

1º: Admiro muito o trabalho dos Escritores Nacionais, pois eles lutam diariamente e transformam seus corações em arte num país que infelizmente poucos reconhecem seus trabalhos.

2º: Não sei falar outro idioma a não ser português (posso até arranhar um pouco no inglês, espanhol e japonês). 😛

 

 

P.S.: Não vou marcar nenhum nome pois tenho receio de esquecer alguém, então por favor Escritor Nacional se manifeste aqui nos comentários para que nossos leitores possam conhecer um pouco mais sobre você. 😉

Resenhas

Extraordinário (e o bullying)

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August Pullman, ou Auggie, nasceu com uma doença que “deformou” seu rosto, por causa disso ele passou por várias cirurgias, assim ele não foi à uma escola regular, mas teve aulas em cada, sua vida então muda quando ele vai para o quinto ano, as aulas não serão mais em casa, elas serão em uma escola.

Na escola Auggie irá conhecer pessoas boas e más, passará por situações maravilhosas e péssimas, fará amigos e “inimigos”, coisas comuns que todo garoto passa em uma nova escola.

          “Não precisamos de olhos para amar, certo? Apenas sentimos dentro de nós.”

A estruturado livro é bem legal, sendo dividida em partes, onde cada personagem narra a história de um ponto de vista diferente.

Amo esse livro, ele traz à tona um assunto muito discutido: o preconceito.

Sua leitura faz com que reflitamos mais sobre os momentos que magoamos ou julgamos alguém pelo simples fato de ela possuir alguma característica diferente da nossa.

Auggie sempre sofre o preconceito por causa da sua fisionomia, quando saia com seus pais ou irmã ou na escola, mas no fundo ele é realmente igual a qualquer garoto de sua idade, o pior de tudo é que ele tem consciência que todos o julgavam por sua aparência, isso faz com que a vítima de preconceito e bullying sofra ainda mais com a rejeição.

Segundo a pesquisa realizada pelo Ibope, de 5.482 alunos entre 5ª a 8ª séries de 11 escolas do Rio de Janeiro, mais de 40,5% admitem ter praticado ou ter sido vítimas de bullying.

Isso é um dado alarmante, pois quase metade dos alunos que vão para o ensino médio vão carregar alguma marca de ter sofrido bullying, caso ele não tenha apoio da escola e da família, ele tem chances de se tornar um adulto depressivo e frustrado.

As escolas deveriam estar mais preparadas e fazer mais campanhas contra o bullying, pois aquele valentão que brigava e torturava seus coleguinhas na escola tem 99% de chances de se tornar um adulto vil e preconceituoso.

É um ótimo livro a ser lido. Não sou professor e também não entendo nada de pedagogia, mas acredito que esse seria um ótimo livro a ser trabalhado em sala de aula.

 

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Autor: R.J. Palacio
Título Original:Wonder
Editora:Intrinseca
Gênero:Infanto Juvenil/Ficção
Páginas:318
Ano:2013
Avaliação:

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